quinta-feira, 20 de setembro de 2018

A Globo, o Datafolha, Ciro e

 a eterna sentença de Brizola. ~

Por Carlos Fernandes

  

quinta-feira, 12 de maio de 2016

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Postado por : Ygor Mendes Iavdosciac

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2016

Governo não cumprirá meta do Minha Casa Minha Vida 3

Brasília - A presidente Dilma Rousseff reconheceu oficialmente, pela primeira vez, que não vai cumprir a meta de campanha à reeleição de construir 3 milhões de moradias na terceira etapa do Minha Casa Minha Vida até o fim de 2018, quando acaba o segundo mandato.
"Nós estamos fechando agora o Minha Casa Minha Vida 3 e nós estamos calculando que vai ser... Nós tivemos de rever os valores. Nós também passamos por dificuldades. O Brasil passa por dificuldades. Nós estamos calculando que iremos fazer em torno de 2 milhões a mais de moradias até 2018", discursou a presidente nesta quarta-feira, 03. Ela participou de cerimônia em Indaiatuba (SP), com entregas simultâneas em outras nove cidades.
O jornal O Estado de S.Paulo antecipou, em outubro do ano passado, que não restaria outra saída ao governo a não ser rever a meta do MCMV 3, diante da frustração de recursos e da demora em começar as contratações da nova fase. Na ocasião, porém, o Ministério das Cidades informou que a meta de 3 milhões de contratações estava de pé, mesmo dependendo de questões orçamentárias.
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A primeira vez que a presidente prometeu construir 3 milhões de moradias foi em julho de 2014, na véspera do início da campanha eleitoral. No Paranoá, em Brasília, Dilma falou do sonho que era para todo brasileiro conseguir conquistar a casa própria e se comprometeu a construir 3 milhões de residências no segundo mandato, caso fosse reeleita.
De lá pra cá, o início efetivo da nova fase do programa foi adiado sucessivas vezes. Em setembro do ano passado, o governo desistiu mais uma vez de fazer um lançamento oficial. Em uma reunião com empresários e movimentos sociais, a presidente condicionou o anúncio de metas de contratação de novas moradias "à clareza do cenário fiscal". Nessa terça-feira, 02, no Congresso, a presidente voltou a prometer a retomada do programa o mais breve possível.
Para compensar a redução na meta, a presidente disse que ao longo desses quase sete anos serão construídas quase 6 milhões de moradias, contando com as 4 milhões que foram contratadas nas duas primeiras etapas. Dessa quantidade, o governo entregou pouco mais de 2 milhões.
Neste ano, a Caixa começou as contrações das chamadas faixas 2 e 3 do MCMV, que beneficia famílias com renda mensal de até R$ 3,6 mil e R$ 6,5 mil, respectivamente, mas deixou de fora a população que mais precisa do programa de habitação popular, uma das principais vitrines do governo PT.
As contratações das faixas 1 e 1,5 não saíram do papel porque o governo não tem dinheiro para bancar os subsídios. A solução será jogar para o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) uma parcela ainda maior da conta dos subsídios dos financiamentos do programa. Assim, haverá redução dos recursos do Orçamento para subsidiar a aquisição das unidades habitacionais.
A parcela de recursos públicos como contrapartida aos subsídios é atualmente de 17,5% e deve cair para 11%. Para compensar a queda, a parcela do FGTS deve subir de 82,5% para 89%. Não é a primeira vez que o governo recorre à estratégia de aumentar os subsídios do FGTS para financiar as casas do programa. Quando foi criado, em 2009, o Tesouro Nacional cobria 25% dos subsídios e o FGTS, os outros 75%.
A falta de recursos públicos para o governo compensar sua parcela nos subsídios dos financiamentos do Minha Casa não é recente, mas agora o governo está impossibilitado de usar o subterfúgio dos últimos anos.
O FGTS desembolsava 100% dos subsídios para que o Tesouro pagasse a sua parte depois. No entanto, essa prática foi condenada pelo Tribunal de Contas da União (TCU ) por ser considerada também uma "pedalada fiscal". No fim de 2015, o Ministério da Fazenda transferiu R$ 9 bilhões para quitar essa dívida.


sexta-feira, 12 de junho de 2015

domingo, 22 de março de 2015

Em festa de aniversário, Marta Suplicy confirma saída do PT após 34 anos

Com planos de ser prefeitura de SP, ex-senadora afirmou que vai se filiar ao PSB no momento em que o partido achar melhor

iG
São Paulo - A festa de aniversário de 70 anos da ex-ministra Marta Suplicy marca também o início de uma nova era. Após 34 anos no Partido dos Trabalhadores (PT), ela confirmou, segundo o jornal O Estado de S.Paulo , que vai deixar o partido e se filiar ao PSB.
Informe do DIA: PSB sonha com Romário e Marta Suplicy em prefeituras
Com planos de concorrer à Prefeitura de São Paulo, em 2016, a ex-senadora também confirmou que vai se filiar ao PSB (Partido Socialista Brasileiro) no momento em que a cúpula do partido considerar o melhor. Pelo mesmo partido, a também ex-senadora petista Marina Silva concorreu à Presidência da República no ano passado.
Em festa de aniversário, Marta Suplicy confirma saída do PT após 34 anos de militância
Foto:  EFE/Arquivo
Figurinhas carimbadas nas festas da ex-ministra, o ex-presidente Luis Inácio Lula da Silva, e o presidente do PT, Rui Falcão, não estavam entre os convidados.
A saída de Marta do PT começou a se costurar no final do ano passado, quando ela deixou o comando do Ministério da Cultura e passou a fazer críticas ao ex-partido. Desde então, o PSB tem tentado atraí-la. Marta, inclusive já almoçou com membros do partido para articular a sua filiação.
O desejo de Marta de concorrer novamente à prefeitura de São Paulo – cargo que assumiu entre 2001 e 2005 – fica cada vez mais distante, apesar das recentes avaliações negativas do atual titular, Fernando Haddad. No PSB, ela teria uma chance para encabeçar uma chapa, espaço que já não tem mais no Partido dos Trabalhadores.

segunda-feira, 27 de outubro de 2014

Com sete governadores, PMDB sai fortalecido

Com vitória de Ivo Sartori no Rio Grande do Sul e reeleição de Pezão no Rio, partido surge como grande vitorioso nas eleições estaduais

Renê Gardim
Pezão, reeleito no Rio depois de uma disputa acirrada com PTR e PT
Pezão, reeleito no Rio depois de uma disputa acirrada com PTR e PT
Foto: Ale Silva/Estadão Conteúdo
SÃO PAULO - Com a vitória no Rio Grande do Sul, com José Ivo Sartori, e no Rio de Janeiro, com a reeleição de Luiz Fernando Pezão, o PMDB surge como o grande vitorioso nas eleições estaduais deste ano. No primeiro turno, o partido conseguiu eleger quatro governadores.
Por outro lado, no Rio Grande do Norte, Henrique Alves (PMDB) ficou com 45,58% dos votos válidos e perdeu para Robinson Farias, com 54,42%. Em Rondônia, o peemedebista Confucio Moura, com 53,34%, venceu Expedito Júnior, 46,67%.
No Amazonas, José Melo, do Pros, com 55,95%, venceu Eduardo Braga, do PMDB, que obteve 44,05%.
Até o fechamento desta edição, o PT ainda tinha a esperança de conquistar mais três governos. Depois de emplacar três governadores no primeiro turno, o partido ainda tinha a expectativa de vencer no Ceará com Camilo, e no Acre com Tião Viana.
A pior derrota dos petistas ocorreu no Rio Grande do Sul, onde o governador Tarso Genro, que ficou com 38,74% dos votos válidos e que liderou as pesquisas no primeiro turno, perdeu para José ivo Sartori, com 61,26%.
O PSDB, que elegeu dois governadores no primeiro turno, conseguiu reeleger Marconi Perillo, em Goiás, e Reinaldo Azambuja, no Mato Grosso do Sul. Aliás, uma virada sobre o petista Delcídio, que venceu o primeiro turno.
PSB encolhe
O PSB, partido de Marina Silva, que elegeu um governador no primeiro turno, comemora a vitória de Rodrigo Rollemberg, com 55,56% dos votos válidos, sobre Jofran Frejat, do PR, que ficou com 44,44% no Distrito Federal. Também obteve sucesso na Paraíba, onde Ricardo Coutinho, com 52,48% dos votos, venceu o tucano Cássio Cunha Lima (47,52%.
Na disputa no Amapá, o socialista Camilo Capiberibe, com 39,44% dos votos válidos, perdeu para Waldez do PDT, que terminou com 60,56%.
Já em Roraima, Chico Rodrigues, pela pesquisa de boca de urna, deve ter perdido para Suely Campos, do PP.
Agora, o partido começará 2015 com menos governadores que em 2011, quando empossou seis candidatos.
PSD e PDT já haviam elegido um governador cada e emplacaram mais um cada no segundo turno. PRB, PR, PP e PROS também disputaram a segunda fase da eleição, mas apenas o PROS e o PP tiveram sucesso. O PCdoB fez o primeiro governador de sua história em primeiro turno, Flávio Dino, no Maranhão, mas não disputou nenhuma vaga ontem.

terça-feira, 12 de agosto de 2014


Ibope: Em Sergipe, Eduardo Amorin e Jackson Barreto têm 33% das intenções

Aliny Gama
Do UOL, em Maceió



Pesquisa Ibope divulgada nesta terça-feira (12) pela TV Sergipe aponta empate entre dois candidatos ao governo do Estado: Eduardo Amorim (PSC) e Jackson Barreto (PMDB), que concorre à reeleição.
Os dois aparecem com 33% das intenções de voto cada um. A margem de erro é de três pontos percentuais para mais ou para menos.
O levantamento mostra ainda um empate técnico na terceira colocação: Professora Sônia Meire (PSOL) tem 4%, contra 2% de Betinho (PTN). O candidato Aírton da CGTB (PPL) não pontuou.
Votos nulos e brancos somam 19%, e os que não souberam responder foram 9%. Este foi o primeiro levantamento do Ibope na corrida pelo governo de Sergipe. 
A pesquisa ouviu 812 pessoas e foi registrada sob o protocolo SE-00012/2014. Segundo o Ibope, o nível de confiança é estimado em 95%, e 

Candidato à reeleição registra maior taxa de rejeição

A pesquisa apontou também a taxa de rejeição de cada um dos candidatos, que determina em quem os entrevistados não votariam de forma alguma.
O governador Jackson Barreto (PMDB) registrou a maior taxa de rejeição, com 33%. Eduardo Amorim (PSC) obteve 27%; Betinho (PTN) marcou 20%. Airton da CGTB (PPL) e Professora Sônia Meire (PSOL) obtiveram os mesmo números de rejeição: 18%. Além disso, 15% dos pesquisados informaram que poderiam votar em qualquer um dos candidatos.

Avaliação do atual governo é marcada por índices iguais nos extremos

Sobre o atual governo, o levantamento do Ibope mostrou que os extremos se equivalem na avaliação da gestão de Barreto.
Isso porque 29% dos entrevistados consideram o governo ótimo ou bom, mesmo número dos que acham que o governo do peemedebista é ruim ou péssimo.
Outros 37% avaliam como regular o mandato de Barreto, e outros 5% bão opinaram.
A pesquisa ainda apontou que as questões que mais incomodam os sergipanos são saúde (79%), segurança pública (70%) e educação (59%) --os entrevistados tiveram a opção de mencionar até três respostas.

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segunda-feira, 30 de junho de 2014

TRE tenta barrar Lindberg e ameaça prender Jandira Feghali em ato do PCdoB

26/6/2014 22:19
Correio do Brasil - Por Redação - do Rio de Janeiro

Jandira Feghali tomou conhecimento de que o TSE teria pedido sua prisão
Jandira Feghali tomou conhecimento de que o TSE teria pedido sua prisão
Pouco antes do início do Ato de Lançamento da Frente Popular, às 19h desta quinta-feira, no espaço Via Show, em São João de Meriti, dezenas de agentes do Tribunal Regional Eleitoral do RJ cercaram o local com intuito de impedir, sem sucesso, a entrada de militantes do PCdoB, PSB, PT e PV. Chegou ao conhecimento dos militantes na Convenção Estadual do PCdoB que se tratava de uma ação movida por integrantes do PMDB, o que gerou imediata reação dos mais de 5 mil presentes que conseguiram lotar os principais espaços da casa de show, na Baixada Fluminense. Quem ficou de fora tentou entrar e os agentes da Justiça Eleitoral pediram o reforço da PM, que conteve a multidão com gás de pimenta.
Na mesa diretora do encontro, a deputada Jandira Feghali pediu a quem já estava no recinto para ali permanecer, “para não piorar ainda mais a situação lá fora”, disse. Em seu discurso ao público, que atendeu ao pedido da parlamentar do PCdoB e se manteve firme no local, o candidato pela Frente Popular ao governo do Estado do Rio de Janeiro, Lindberg Farias, não poupou críticas aos adversários do PMDB.
– Soube aqui, por nossos advogados, que foi pedida a prisão da nossa companheira Jandira Feghali. Creio que a juíza responsável por essa ordem desconhece que a deputada tem imunidade parlamentar. Mas, se ainda assim quiserem prender a Jandira, vão ter que prender todos nós. Por aí é possível perceber o nível em que transcorrerá a campanha eleitoral – lamentou o candidato.
Com a presença de Romário, candidato ao Senado, o ato de lançamento da Frente Popular também reuniu dezenas de deputados estaduais e federais da frente para marcando a unidade por mudanças profundas no Estado do Rio. O ato encerrou a Convenção Eleitoral do PCdoB, que começou às 14h no mesmo local.
Segundo o advogado da Frente Popular Raoni Vita, o TRE/RJ alegou que o ato configurava campanha eleitoral antecipada.
– Queriam conferir, um a um, os nomes das pessoas presentes ao ato político, o que gerou todo o tumulto e colocou em risco a integridade física de quem, com todo o direito, queria participar da convenção partidária – afirmou Vita.
A deputada Jandira Feghali, presidenta estadual interina do PCdoB em substituição ao presidente, João Batista Lemos, afirmou que o Partido poderia “ter uma atitude burocrática, mas não, nós optamos pela solução política porque não há base legal nenhuma para o que o TRE está fazendo”. Candidata à reeleição, Jandira também lembrou que, recentemente, o atual governador, Luiz Fernando Pezão, reuniu mais de 60 prefeitos na convenção do seu partido e o TRE não se manifestou.
– Isso é uma agressão política. A guerra política já começou. O ato vai acontecer de qualquer jeito – afirmou.
O clima seguiu tenso dentro e fora do Via Show até o final do ato político, devido à ameaça do TRE de cortar o som e apreender todos os equipamentos caso o ato continuasse. A ameaça não se concretizou. Ainda que o som fosse desligado, segundo Feghali, o encontro iria acontecer “de qualquer jeito, nem que seja no gogó. Lindberg e Romário já estão aqui e vamos seguir em frente”, concluiu.


sábado, 21 de junho de 2014

Deputado insinua que coligação de PSB e PT no Rio visa "segundo turno".


acordo que pôs lado a lado no Rio o PSB, que tem como candidato à Presidência o ex-governador de Pernambuco Eduardo Campos (PSB), e o PT, que atuará pela reeleição de Dilma Rousseff (PT), vem recebendo críticas e provocado desentendimento entre os socialistas do Estado.
Com a aliança na chapa que reúne o senador Lindbergh Farias (PT) para governador e Romário (PSB) para o Senado, Dilma perdeu o palanque exclusivo que teria de seu próprio partido –e o PSB, de Campos, um pouco do discurso veemente em nome do sentimento de mudança que norteia a campanha do ex-governador pernambucano.
A oficialização da coligação entre PSB e PT no Rio tem como adversário explícito o deputado federal Alfredo Sirkis (PSB). Em seu blog, o deputado publicou um texto duro com a direção regional do partido em que questiona as motivações da própria sigla e do PT em firmar parceria local no momentoem que, cada vez mais, os dois partidos estão distantes em sua concepção de país.
“Nada contra o senador, pessoalmente. Mas perdoem-me o recurso ao chulo: isso não seria uma coligação mas uma suruba! Não tenho condições de apoiá-la por uma razão muito simples e cristalina: sou crítico ao governo do PT. Passei os quatro anos de mandato criticando o governo Dilma, de forma respeitosa porém firme, e venho propugnando uma alternância nessas eleições. Não posso agora aparecer coligado ao PT utilizando do seu quociente eleitoral para me reeleger! Não preciso fazer grandes consultas para saber que muitos dentre meus eleitores não concordariam com esse tipo de comportamento político. Não sou avesso a uma certa dose de pragmatismo mas aí já é demais é dose cavalar”, escreveu Sirkis.
Por liberdade para professar as propostas de Eduardo para o país, Sirkis defende uma candidatura própria independentemente de nome. Algum candidato de última hora pode até surgir na convenção do PSB fluminense deste sábado (21), mas as chances de reversão do apoio a Lindbergh são praticamente nulas.
“Uma coligação ‘orgiástica’ conforme a proposta semeia confusão e suspeita. Por que haveria o PT de aceitar esse estranho ‘palanque duplo’ entre situação a oposição? Uma coisa seria um palanque duplo oposicionista como o de Gabeira em 2010 com Marina e Serra. Mas um palanque duplo de situação com oposição? Quais os acordos por trás disso? Por que razão o PT consentiria? Existirá, por acaso, algo envolvendo segundo turno?”, prosseguiu o deputado, no blog.
presidente regional do PT, Washington Quaquá, ainda acredita que Sirkis possa, mais tarde, rever sua posição e agregar apoio à parceria. Já no PSB, o deputado federal Glauber Braga (PSB) nega que haja alguma projeção de segundo turno no acordo regional. “Nossa candidatura presidencial é pra vencer as eleições. Não existe plano B. Só tem A, com Eduardo Campos”, disse Braga.
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sábado, 7 de junho de 2014


Pelo Facebook, Marina Silva declara que Rede não seguirá aliança do PSB com PSDB

PSB anuncia apoio a chapa de Alckmin e Marina considera aliança um 'equívoco'

A pré-candidata a vice-presidente da República pelo PSB, Marina Silva, usou as redes sociais para afirmar neste sábado (7/6) que considera um "equívoco" o diretório do partido em São Paulo  dar apoio ao projeto político do PSDB para as eleições. Marina estava se referindo à votação dos membros do diretório do PSB em São Paulo que aprovaram nesta sexta-feira (6) o indicativo de coligação do partido com o PSDB, que deve tentar a reeleição de Geraldo Alckmin para o governo do estado, além da candidatura do presidente estadual do PSB, deputado federal Márcio França, como vice de Alckmin.
No seu perfil do Facebook, Marina se posicionou contra a decisão do partido. “Juntamente com todos os integrantes da Rede Sustentabilidade, discordo da indicação aprovada ontem na reunião do diretório estadual do PSB de São Paulo de apoiar o projeto político do PSDB. Para nós, isso é um equívoco”, diz o texto. Marina ainda destaca que o PSB, partido no qual ela se aliou por não ter conseguido fundar a Rede Sustentabilidade e tem Eduardo Campos como candidato à Presidência, tem que optar por uma independência no estado, com candidatura própria. "Desde já, deixamos clara nossa posição de que, caso essa indicação não seja revertida, seguiremos caminho próprio e independente em São Paulo", afirmou através da nota.

Marina Silva se posiciona contra decisão do PSB através das redes sociais
Marina Silva se posiciona contra decisão do PSB através das redes sociais

Veja a nota completa divulgada no Facebook:
"Juntamente com todos os integrantes da Rede Sustentabilidade, discordo da indicação aprovada ontem na reunião do diretório estadual do PSB de São Paulo de apoiar o projeto político do PSDB. Para nós, isso é um equívoco. Consideramos necessário manter independência e lançar uma candidatura própria, que dê suporte ao projeto de mudança para o Brasil liderado por Eduardo Campos, e que dê ao povo de São Paulo a chance de fazer essa mudança também no âmbito estadual.A Rede Sustentabilidade não seguirá essa indicação. Em todo o país, estamos debatendo o assunto e apoiando nossos companheiros de São Paulo na busca de uma alternativa que supere a velha polarização PT-PSDB, e que proporcione apoio efetivo à candidatura de Eduardo Campos, que demonstre uma nova forma de fazer política e, principalmente, que represente os ideais de democracia e sustentabilidade expressos no programa de nossa Aliança.Esperamos que os companheiros do PSB, em sua convenção estadual, não levem adiante essa proposta. Nesse sentido, manteremos o diálogo aberto e respeitoso. Mas, desde já, deixamos clara nossa posição de que, caso essa indicação não seja revertida, seguiremos caminho próprio e independente em São Paulo. A nova força política que emerge no Brasil, interpretando o desejo de mudança tantas vezes manifestado por milhões de pessoas, encontrará também em São Paulo sua legítima expressão".

Tags: alckmin, diretório, marina, sustentabilidade, vice-presidente, votação

sexta-feira, 30 de maio de 2014

Dilma:"Os tucanos vão pro beleléu, chegou o Pimentel'

 

DESTAQUES EM POLÍTICA

A presidente Dilma Rousseff começou de forma descontraída o seu discurso durante o Encontro Estadual do PT em Minas Gerais, que acontece nesta sexta-feira, 30, em Belo Horizonte e sela a candidatura do ex-ministro Fernando Pimentel ao governo estadual. "Os tucanos vão pro beleléu, chegou o Pimentel", disse, junto com a militância petista.

Dilma aproveitou o evento para exaltar sua ligação com Pimentel e disse que "tem muito em comum" com o ex-ministro. "Tenho em comum com o Pimentel as lutas, as utopias, a esperança e o trabalho conjunto e todo o nosso esforço para construir um País melhor", disse. Segundo Dilma, o ex-ministro não é daqueles que vira as costas para as suas origens. "Conheço e confio no Pimentel e tenho certeza do que o povo de Minas também."

A presidente destacou que a disputa eleitoral não vai ser fácil e vai ser "um ano de luta, vai ser um ano de disputa de ideia". "Com nossa experiência acumulada e com toda força que acumulamos nesse período, vamos enfrentar tudo que temos pela frente", afirmou.

Além de Dilma e Pimentel, estão presentes no evento o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o presidente nacional do PT, Rui Falcão, e diversas outras lideranças do partido.