quinta-feira, 6 de dezembro de 2018

quinta-feira, 20 de setembro de 2018

A Globo, o Datafolha, Ciro e

 a eterna sentença de Brizola. ~

Por Carlos Fernandes

  

quinta-feira, 12 de maio de 2016

SITE DA TV PORTAL DO PANTANAL  (MEIO AMBIENTE - 

BIODIVERSIDADE - EDUCAÇÃO - SAÚDE - 

SUSTENTABILIDADE) 


SITE DA TV PORTAL DO PANTANAL, NO AR! 

(FOCALIZADO NO MEIO AMBIENTE, NA EDUCAÇÃO E NA SAÚDE)  FIQUE EM DIA COM OS PROBLEMAS E SOLUÇÕES AMBIENTAIS)















Postado por : Ygor Mendes Iavdosciac

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2016

Governo não cumprirá meta do Minha Casa Minha Vida 3

Brasília - A presidente Dilma Rousseff reconheceu oficialmente, pela primeira vez, que não vai cumprir a meta de campanha à reeleição de construir 3 milhões de moradias na terceira etapa do Minha Casa Minha Vida até o fim de 2018, quando acaba o segundo mandato.
"Nós estamos fechando agora o Minha Casa Minha Vida 3 e nós estamos calculando que vai ser... Nós tivemos de rever os valores. Nós também passamos por dificuldades. O Brasil passa por dificuldades. Nós estamos calculando que iremos fazer em torno de 2 milhões a mais de moradias até 2018", discursou a presidente nesta quarta-feira, 03. Ela participou de cerimônia em Indaiatuba (SP), com entregas simultâneas em outras nove cidades.
O jornal O Estado de S.Paulo antecipou, em outubro do ano passado, que não restaria outra saída ao governo a não ser rever a meta do MCMV 3, diante da frustração de recursos e da demora em começar as contratações da nova fase. Na ocasião, porém, o Ministério das Cidades informou que a meta de 3 milhões de contratações estava de pé, mesmo dependendo de questões orçamentárias.
Publicidade
A primeira vez que a presidente prometeu construir 3 milhões de moradias foi em julho de 2014, na véspera do início da campanha eleitoral. No Paranoá, em Brasília, Dilma falou do sonho que era para todo brasileiro conseguir conquistar a casa própria e se comprometeu a construir 3 milhões de residências no segundo mandato, caso fosse reeleita.
De lá pra cá, o início efetivo da nova fase do programa foi adiado sucessivas vezes. Em setembro do ano passado, o governo desistiu mais uma vez de fazer um lançamento oficial. Em uma reunião com empresários e movimentos sociais, a presidente condicionou o anúncio de metas de contratação de novas moradias "à clareza do cenário fiscal". Nessa terça-feira, 02, no Congresso, a presidente voltou a prometer a retomada do programa o mais breve possível.
Para compensar a redução na meta, a presidente disse que ao longo desses quase sete anos serão construídas quase 6 milhões de moradias, contando com as 4 milhões que foram contratadas nas duas primeiras etapas. Dessa quantidade, o governo entregou pouco mais de 2 milhões.
Neste ano, a Caixa começou as contrações das chamadas faixas 2 e 3 do MCMV, que beneficia famílias com renda mensal de até R$ 3,6 mil e R$ 6,5 mil, respectivamente, mas deixou de fora a população que mais precisa do programa de habitação popular, uma das principais vitrines do governo PT.
As contratações das faixas 1 e 1,5 não saíram do papel porque o governo não tem dinheiro para bancar os subsídios. A solução será jogar para o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) uma parcela ainda maior da conta dos subsídios dos financiamentos do programa. Assim, haverá redução dos recursos do Orçamento para subsidiar a aquisição das unidades habitacionais.
A parcela de recursos públicos como contrapartida aos subsídios é atualmente de 17,5% e deve cair para 11%. Para compensar a queda, a parcela do FGTS deve subir de 82,5% para 89%. Não é a primeira vez que o governo recorre à estratégia de aumentar os subsídios do FGTS para financiar as casas do programa. Quando foi criado, em 2009, o Tesouro Nacional cobria 25% dos subsídios e o FGTS, os outros 75%.
A falta de recursos públicos para o governo compensar sua parcela nos subsídios dos financiamentos do Minha Casa não é recente, mas agora o governo está impossibilitado de usar o subterfúgio dos últimos anos.
O FGTS desembolsava 100% dos subsídios para que o Tesouro pagasse a sua parte depois. No entanto, essa prática foi condenada pelo Tribunal de Contas da União (TCU ) por ser considerada também uma "pedalada fiscal". No fim de 2015, o Ministério da Fazenda transferiu R$ 9 bilhões para quitar essa dívida.


sexta-feira, 12 de junho de 2015

domingo, 22 de março de 2015

Em festa de aniversário, Marta Suplicy confirma saída do PT após 34 anos

Com planos de ser prefeitura de SP, ex-senadora afirmou que vai se filiar ao PSB no momento em que o partido achar melhor

iG
São Paulo - A festa de aniversário de 70 anos da ex-ministra Marta Suplicy marca também o início de uma nova era. Após 34 anos no Partido dos Trabalhadores (PT), ela confirmou, segundo o jornal O Estado de S.Paulo , que vai deixar o partido e se filiar ao PSB.
Informe do DIA: PSB sonha com Romário e Marta Suplicy em prefeituras
Com planos de concorrer à Prefeitura de São Paulo, em 2016, a ex-senadora também confirmou que vai se filiar ao PSB (Partido Socialista Brasileiro) no momento em que a cúpula do partido considerar o melhor. Pelo mesmo partido, a também ex-senadora petista Marina Silva concorreu à Presidência da República no ano passado.
Em festa de aniversário, Marta Suplicy confirma saída do PT após 34 anos de militância
Foto:  EFE/Arquivo
Figurinhas carimbadas nas festas da ex-ministra, o ex-presidente Luis Inácio Lula da Silva, e o presidente do PT, Rui Falcão, não estavam entre os convidados.
A saída de Marta do PT começou a se costurar no final do ano passado, quando ela deixou o comando do Ministério da Cultura e passou a fazer críticas ao ex-partido. Desde então, o PSB tem tentado atraí-la. Marta, inclusive já almoçou com membros do partido para articular a sua filiação.
O desejo de Marta de concorrer novamente à prefeitura de São Paulo – cargo que assumiu entre 2001 e 2005 – fica cada vez mais distante, apesar das recentes avaliações negativas do atual titular, Fernando Haddad. No PSB, ela teria uma chance para encabeçar uma chapa, espaço que já não tem mais no Partido dos Trabalhadores.

segunda-feira, 27 de outubro de 2014

Com sete governadores, PMDB sai fortalecido

Com vitória de Ivo Sartori no Rio Grande do Sul e reeleição de Pezão no Rio, partido surge como grande vitorioso nas eleições estaduais

Renê Gardim
Pezão, reeleito no Rio depois de uma disputa acirrada com PTR e PT
Pezão, reeleito no Rio depois de uma disputa acirrada com PTR e PT
Foto: Ale Silva/Estadão Conteúdo
SÃO PAULO - Com a vitória no Rio Grande do Sul, com José Ivo Sartori, e no Rio de Janeiro, com a reeleição de Luiz Fernando Pezão, o PMDB surge como o grande vitorioso nas eleições estaduais deste ano. No primeiro turno, o partido conseguiu eleger quatro governadores.
Por outro lado, no Rio Grande do Norte, Henrique Alves (PMDB) ficou com 45,58% dos votos válidos e perdeu para Robinson Farias, com 54,42%. Em Rondônia, o peemedebista Confucio Moura, com 53,34%, venceu Expedito Júnior, 46,67%.
No Amazonas, José Melo, do Pros, com 55,95%, venceu Eduardo Braga, do PMDB, que obteve 44,05%.
Até o fechamento desta edição, o PT ainda tinha a esperança de conquistar mais três governos. Depois de emplacar três governadores no primeiro turno, o partido ainda tinha a expectativa de vencer no Ceará com Camilo, e no Acre com Tião Viana.
A pior derrota dos petistas ocorreu no Rio Grande do Sul, onde o governador Tarso Genro, que ficou com 38,74% dos votos válidos e que liderou as pesquisas no primeiro turno, perdeu para José ivo Sartori, com 61,26%.
O PSDB, que elegeu dois governadores no primeiro turno, conseguiu reeleger Marconi Perillo, em Goiás, e Reinaldo Azambuja, no Mato Grosso do Sul. Aliás, uma virada sobre o petista Delcídio, que venceu o primeiro turno.
PSB encolhe
O PSB, partido de Marina Silva, que elegeu um governador no primeiro turno, comemora a vitória de Rodrigo Rollemberg, com 55,56% dos votos válidos, sobre Jofran Frejat, do PR, que ficou com 44,44% no Distrito Federal. Também obteve sucesso na Paraíba, onde Ricardo Coutinho, com 52,48% dos votos, venceu o tucano Cássio Cunha Lima (47,52%.
Na disputa no Amapá, o socialista Camilo Capiberibe, com 39,44% dos votos válidos, perdeu para Waldez do PDT, que terminou com 60,56%.
Já em Roraima, Chico Rodrigues, pela pesquisa de boca de urna, deve ter perdido para Suely Campos, do PP.
Agora, o partido começará 2015 com menos governadores que em 2011, quando empossou seis candidatos.
PSD e PDT já haviam elegido um governador cada e emplacaram mais um cada no segundo turno. PRB, PR, PP e PROS também disputaram a segunda fase da eleição, mas apenas o PROS e o PP tiveram sucesso. O PCdoB fez o primeiro governador de sua história em primeiro turno, Flávio Dino, no Maranhão, mas não disputou nenhuma vaga ontem.